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Dias D'ávila / BA - 30 de Abril de 2026
Publicado em 17/12/2020 11h01

Sem avanço na apuração, ações sobre disparos em massa na eleição de 2018 fazem dois anos

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Por: Metro 1

[Sem avanço na apuração, ações sobre disparos em massa na eleição de 2018 fazem dois anos]
Foto : Allan White/ Fotos Públicas

Por Juliana Rodrigues no dia 17 de Dezembro de 2020 ⋅ 09:40

Nas quatro investigações relacionadas a disparos em massa pelo WhatsApp na eleição presidencial de 2018, não houve oitivas de investigados, nem mandados de busca e apreensão cumpridos. Todos os pedidos de quebra de sigilo bancário e fiscal e todas as requisições de envio de documentos e notas fiscais foram recusados, e a única testemunha ouvida foi da defesa do presidente Jair Bolsonaro. Segundo reportagem da Folha, as informações constam das ações que tramitam no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

As ações que motivaram a abertura das investigações foram ajuizadas pelas coligações Brasil Soberano (PDT e Avante) e O Povo Feliz de Novo (PT, PC do B e PROS) a partir de reportagens publicadas pelo jornal, que detalharam o submundo do envio de mensagens em massa pelo WhatsApp e indicavam que empresários compraram pacotes de disparos de mensagens em massa contra o então presidenciável Fernando Haddad (PT) em benefício a Jair Bolsonaro (então no PSL).

Ao longo de dois anos e dois meses, ao menos 16 pedidos para produção de provas e de oitiva de testemunhas foram negados pelos relatores das ações.

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